Barcelona – FC Porto (Supertaça Europeia)
Jogo mais antecipado da época até agora. Finalmente chegou a hora de enfrentar aquela que para muitos é a melhor equipa de sempre, a que proporciona momentos de entretenimento puro que deixam qualquer um agarrado à TV como se de um filme de suspense se tratasse. Barcelona de Guardiola, Messi, Xavi, Iniesta… esperem lá, preciso mesmo de dizer o plantel todo?
Barcelona 2 – 0 FC Porto
Estádio Louis II, Mónaco
26 de Agosto de 2011, 19h45
Nas conversas que fui tendo com camaradas portistas antes do jogo, o sentimento era mútuo: havia a esperança de fazer frente a esta super-equipa, mas o realismo levava a maior parte dos adeptos a aceitar uma derrota por poucos como um fim aceitável. Eu entre eles. Foi das poucas situações em que considerei esta hipótese, e nenhum conhecedor da realidade me poderia culpar.
Com o início do jogo, vi as minhas expectativas superadas. Com maior ou menor precisão ou pulmão, penso que já todos sabem o que é necessário fazer para travar o padrão de jogo “normal” (leia-se, retirando os momentos de brilhantismo que qualquer um dos seus jogadores do meio campo para a frente podem ter) deste Barcelona – pressionar alto, cortando as suas principais fontes de jogo (numa primeira fase de construção pelas saídas na defesa (neste jogo mais por Mascherano e Dani Alves), numa segunda policiando sem misericórdia as conduções de Xavi e Iniesta). Nota de mérito para Moutinho e Guarín, inexcedíveis nesta missão. Como se isto ainda fosse fácil, a defesa teria de ter um posicionamento cirúrgico em campo, muito subida no terreno e sempre coordenada a subir em bloco. Outra missão bem conseguida (bastava olhar para os foras-de-jogo a amontoarem-se e para a frustração de Villa a construir-se).
Tudo corria como planeado até ao momento fatídico aos 39′. Não há muito mais a dizer para além do que todos viram. Os melhores do mundo também o são com sorte, que bafejou um cansado Messi quando este menos merecia – fisicamente diminuído, regressava a passo na transição defensiva da sua equipa. O resto fica para Hélton contar.
Mesmo com esse erro e com os outros erros do árbitro (penálti claro sobre Guarín, eventual mão de Villa na área do Porto), importa reflectir o que seria do jogo caso se mantivesse o nulo ao intervalo. Favoreceria o menos favorito, mas até quando iriam aguentar os dragões um jogo que, mental e fisicamente, é tão desgastante? Correr atrás da bola e cancelar o jogo ofensivo de uma equipa é importante, mas sem argumentos para marcar, o Porto foi um fraco teste para a defesa do Barça. E aqui entra a outra questão: falta de soluções no ataque: Cebola foi uma boa ideia mas que tinha muito para correr mal (problemas físicos, falta de entrosamento, etc etc), Kléber precisa de tempo, Varela está mal, James chegou segunda-feira apenas, Iturbe está verde… E o tão prometido avançado está por chegar. A enorme quantidade de indefinições no plantel e a falta de soluções para o ataque fizeram com que o trabalho de Vítor Pereira neste jogo tenha ganho ainda mais mérito. Não se lhe podia exigir mais.
Relativamente ao final do jogo: o golo de Fabregas e as expulsões de Guarín e Rolando nada mais foram que o expoente máximo de uma equipa irremediavelmente esgotada a todos os níveis. Coube aos jogadores do Barcelona, com mestria e classe inigualáveis, dar a estucada final, arrecadando mais um troféu para o museu blaugrana – mesmo sem uma exibição brilhante.
Mesmo tendo perdido, este jogo deixou-me descansado em relação ao futuro. É preciso definir o plantel de uma vez por todas – e ir, sem falta, buscar um ponta-de-lança e um defesa-esquerdo de qualidade inegável para o caso de Álvaro sair – para que se possam enfrentar os próximos desafios com confiança. Com tudo isto, acredito que o FC Porto tem condições para formar um grupo capaz de, além de vencer o campeonato, fazer uma boa campanha europeia ficando em primeiro lugar no seu grupo. Por mais que custe à concorrência admitir, temos uma equipa que consegue competir com os melhores da Europa.

imagem de uefa.com
PS – Uma nota para Souza: depois de toda a “porrada” que lhe fui dando nas crónicas de jogo anteriores, devo salientar o excelente jogo que fez contra o mais difícil adversário. Por vezes este tipo de jogo ajuda jogadores com dificuldade em se impor a ganhar a confiança suficiente para se tornarem pilares nas suas equipas. Espero que este tenha sido um deles. Uma nota também para Otamendi, para mim o melhor nos dragões.
FC Porto – Gil Vicente (2ª Jornada)
Primeiro jogo em casa do Campeão. A este assisti in-loco (saudades de ver um jogo no Dragão
)
FC Porto 3 – 1 Gil Vicente
Estádio do Dragão, Porto
19 de Agosto de 2011, 20h15
Primeiro jogo do FC Porto pós-Falcao. Antes de passar ao comentário do jogo, realço o bom negócio feito pelo FC Porto. Importa mencionar que o jogador estava claramente a forçar a saída, e nem assim o negócio foi feito à pressão e por valores muito abaixo dos estipulados. Saiu abaixo da cláusula é certo, mas os possíveis 47 Milhões (se forem atingidos os objectivos) são um encaixe histórico. Em relação a Ruben Micael, compreende-se a decisão de sair face às dificuldades em se afirmar no onze inicial, mesmo que isso represente um passo atrás na carreira.
O jogo começou muito mal, com um penalti conta depois de uma perda de bola absolutamente incompreensível de Souza (sim, outra vez ele). Estar a perder tão cedo no jogo poderia ser um problema, mas a equipa soube reagir. Empatou pouco tempo depois com um penalti algo duvidoso, colocando-se em vantagem de canto (Sapunaru continua a marcar pontos, agora na fase ofensiva). Estava virado o resultado, mesmo sem terem feito muito por isso.
A equipa do Gil Vicente surgiu no Dragão bem armada. Nota-se que Paulo Alves trabalhou bem os seus jogadores para este difícil arranque de campeonato. Mas não se fazem omoletes sem ovos, e a este Gil Vicente faltam alguns jogadores em posições-chave (nomeadamente na direita da defesa e no meio campo). Viver dos empréstimos de outros clubes e do recrutamento a clubes-satélite pode ser uma aposta de risco quando o campeonato estiver numa fase mais avançada e a pressão aumentar. Mas acredito que o Gil tem qualidade suficiente para permanecer no principal escalão, onde pertence.
Em relação à prestação do FC Porto, foi mais uma vez bastante pálida. Destaques (pela negativa) para Moutinho, Varela e Souza (mais uma vez). Já se sabe que nesta fase que a vitória é o mais importante e que no ano passado a equipa também não deslumbrou no início, mas a exigência no Dragão é sempre elevada como se denotou pelos assobios que a equipa ouviu ontem em muitos momentos do jogo. Pela positiva, destacou-se Hulk mais uma vez (presente nos três golos) mas também Sapunaru, cada vez mais uma opção sólida na direita.
Preocupa-me um pouco que a equipa ainda esteja pouco oleada a uma semana da Supertaça Europeia. Se um Barcelona em claro défice físico já está a jogar como todos viram na Supertaça Espanhola, afigura-se uma missão muito difícil. Talvez fosse uma boa opção para esse jogo a inclusão de uma unidade adicional no meio campo (para quando a definição da situação de Fernando?) em detrimento de Kléber ou Varela, para ganhar os duelos nesse sector. Parece-me que é no bloqueio da segunda fase de construção do Barcelona que estará a chave para a vitória. Boa sorte dragões, deixem-nos orgulhosos!

imagem de record.pt
Vitória Guimarães – FC Porto (1ª Jornada)
Ao terceiro jogo consecutivo entre estas duas equipas dá-se o início do Campeonato. Duas equipas que já se conhecem muitíssimo bem.
Vitória de Guimarães 0 – 1 FC Porto
Estádio D. Afonso Henriques, Guimarães
14 de Agosto de 2011
Duas alterações no FC Porto relativamente ao jogo da Supertaça, saíndo Maicon e Ruben Micael para entrarem Otamendi e Freddy Guarín. A inclusão deste último (e a não inclusão de Falcao) deixou em mim um sentimento de desconfiança relativamente à situação do avançado colombiano, confirmada com as suas declarações no final do jogo. Em relação do Vitória, sem alterações nos nomes em relação ao jogo da Supertaça, mas com uma nuance táctica: os médios-ala (quase extremos no 4x2x3x1 de Machado nesse jogo) recuaram mais fazendo uma linha de 4 no meio campo, actuando Barrientos num apoio mais declarado a Toscano. Notou-se um aumento significativo no rendimento de Barrientos, apesar do constante desperdício. Mérito para Machado.
O FC Porto teve momentos em que o jogo esteve descontrolado, sendo massacrado pelo adversário que só pecou pela falta de eficácia (ou num ou outro momento com grandes intervenções de Hélton). O meio campo ainda não consegue ser suficientemente pressionante (volta Fernando, estás perdoado) e o ataque com Kléber em vez de Falcao não é (nem será, a curto prazo) a mesma coisa. O golo da vitória, fruto de um penalty existente e desnecessário de Leonel Olímpio, traz um resultado que mascara uma pobre exibição.
Vou, no entanto, dar o benefício da dúvida e deixar que o desenvolvimento da equipa se dê de um modo tranquilo e gradual. No entanto, não me parece que alguns dos nomes nos quais Vítor Pereira tem insistido sejam solução (pelo menos a titulares). Souza não tem nem nunca terá o rendimento de Fernando a trinco. Poder-se-ia eventualmente adaptar a um modelo com um duplo-pivot, não compatível com o modelo utilizado regularmente pelos dragões. Possíveis soluções: duas que representam desperdício (Moutinho ou Castro), uma que depende do jogador (Fernando) e uma última que depende do tempo (Danilo). Já relativamente ao caso de Rúben, é de mais simples resolução: com a quantidade de soluções que existe, terá de se contentar com um sistema de rotatividade do plantel (como aconteceu na época passada).
O facto de estar a fazer uma análise ao plantel do FC Porto na crónica deste jogo é sintomático. A enorme indefinição no plantel, que se deverá arrastar até ao final de Agosto, não traz nada de bom ao grupo. Compreendo que um melhor negócio exija este tipo de sacrifícios, mas deve-se sempre ter em conta a estabilidade do grupo. Porque sem isso, toda a época pode ficar comprometida.
Salva-se a vitória do FC Porto numa deslocação difícil, colocando-se desde já à frente dos três adversário directos – Benfica, Sporting e Sporting de Braga. Deseja-se uma melhoria no jogo da 2ª Jornada no Dragão frente ao Gil Vicente, seja qual for o onze escolhido. É essencial um bom início de campeonato, mais que exibições com nota artística elevada, e é nisso que se tem de pensar agora. Apoiemos a nossa equipa mesmo quando as saudades do futebol espectacular do ano passado apertam cada vez mais… Vamos Porto!

FC Porto – Vitória Guimarães (Supertaça 2011)
Começou a nova temporada 2011/12, com o jogo que coloca frente a frente o vencedor da Liga e finalista vencido da Taça de Portugal. Curiosidade para ver o comportamento competitivo do primeiro jogo oficial do FC Porto na era pós Villas-Boas e a reacção de um Vitória cuja pré temporada ficou abaixo das expectativas dos seus adeptos.
FC Porto 2 – 1 Vitória Guimarães
Estádio Municipal de Aveiro
7 de Agosto de 2011 – 21h00
O jogo iniciou-se com domínio claro do FC Porto, com um golo de Rolando a abrir (3 minutos) face a uma defesa completamente atarantada com uma marcação homem-a-homem que se revelou (mais uma vez) como uma má opção. Este domínio estendeu-se até meio da primeira metade. De seguida deu-se um ligeiro ascendente do Vitória que ainda assim não justificaria o empate que se veio a verificar no golo de Toscano, após falha de Fucile e apatia dos centrais na abordagem defensiva ao pontapé de canto.
Na etapa complementar o controlo do jogo continuou a pertencer aos dragões, face a um Vitória sem qualquer fio de jogo (Olímpio e El-Adoui apenas destroem, Barrientos demasiado perto de Toscano, que não joga bem sozinho na frente). Machado tenta contrariar colocando João Alves (que a meu ver deveria ter sido titular) e tirando Barrientos. Vítor Pereira responde com os recém-chegados Falcao e Guarin. O jogo não manifestou grandes alterações (tirando o calafrio do Rolando, não aproveitado por Maranhão). Pedro Mendes veio trazer melhor critério de passe e clarividência ao meio campo, mas já era tarde demais.
O resultado final e consequente conquista da Supertaça tiveram um sabor agridoce. O FC Porto não deslumbrou, mas seria de esperar tal comportamento face às diferenças em relação à equipa ideal e à fase da época. Fucile não rende na esquerda, Souza não dá garantias numa posição tão importante como a de trinco (a meu ver, Moutinho ou mesmo Castro seriam melhores escolhas), Rúben tem qualidade mas não é titular indiscutível e Kléber, apesar da pré-época excelente, está “tapado” por Falcao.
Fico descansado pela quantidade e qualidade de soluções que este plantel do FC Porto apresenta. No caso de, como a direcção tem vindo a dizer, não sair ninguém, temos um plantel fortíssimo e claramente favorito é reconquista da Liga. Em relação ao Vitória, precisa de corrigir muita coisa para conseguir discutir o jogo da 1ª Jornada, no Estádio D. Afonso Henriques.

FC Porto – Peñarol (Jogo de Apresentação)
Começa aqui um conjunto de posts que visa criar um registo de todos os jogos do FC Porto na Época 2011/12. Tentarei não falhar nenhum jogo.
FC Porto 3-0 Peñarol (Kléber 11′, Hulk 71′, Walter 86′)
Estádio do Dragão, Porto
24 de Julho de 2011 – 19h00
Eis que chega o dia em que os portistas se reúnem para ver o novo FC Porto, depois de uma época verdadeiramente histórica. A expectativa é muita, aliada ao espírito exigente com que os verdadeiros portistas analisam os jogos da sua equipa. O adversário é o Peñarol, finalista da última edição da Taça Libertadores, vencido pelo Santos de Neymar e Ganso.
Em relação ao jogo, revelou as características de qualquer jogo de pré-temporada, maximizado pela fase (ainda mais) embrionária na preparação do nosso adversário. Em suma, uma primeira parte com muitas faltas e pouco ritmo. Detalhando agora a análise daqueles que jogaram na primeira parte, há que analisar o seguinte:
- Guarda Redes (Hélton): não teve trabalho nenhum na primeira parte, tirando um momento de cortar a respiração aos 22′ onde driblou por entre dois atacantes do Peñarol;
- Defesa (Sapunaru, Maicon, Rolando e Fucile): boa coordenação no fora de jogo. De destacar o facto de Maicon ter recorrido muitas vezes ao passe longo, a maior parte das vezes de forma demasiado denunciada e, por isso, infrutífera; Sapunaru surge bem na grande área numa situação de bola parada, anulada por fora de jogo (existente);
- Meio Campo (Souza, João Moutinho, Ruben Micael): pouco a dizer em relação a este sector. Souza parece ainda pouco identificado com a sua função de trinco, Rúben Micael teve uma perdida incrível no final da primeira parte;
- Ataque (Varela, Kléber, Hulk): Nesta zona, o destaque vai mesmo para Kléber. Mostra já um bom entendimento com os colegas, apresentando-se, na minha opinião, à frente de Walter como solução ao titularíssimo Falcao. De destacar também a atitude persistente na jogada do golo e numa jogada posterior aos 17′, pressionando o guarda redes numa jogada que culminou com falta sobre Varela;
Na segunda parte, o grande número de substituições baixou imenso o ritmo de jogo e não contribuiu em nada para a sua qualidade. Destaca-se uma boa jogada na esquerda com um cruzamento de Varela que culmina com remate de Kléber (quem mais) ao poste. Os primeiros 15 minutos da segunda parte (antes das substituições) foram, na minha opinião, o melhor período do FC Porto. Dos jogadores que saíram do banco, destaque para a boa exibição de Castro na meia direita, sempre a procurar a bola e sem medo de errar. Castro é, a par de Moutinho, a melhor solução na ausência de Fernando (infelizmente para Souza e Vítor Pereira, que certamente tinham outras intenções). Há também que salientar o bom pormenor individual de Kelvin no 3º golo, da autoria de Walter.
De um modo geral, as indicações que este jogo deu foram boas. O plantel apresenta boas soluções ao nível individual, comparativamente melhores em relação às do plantel do ano passado. Ainda faltam chegar jogadores importantes como Álvaro, Iturbe ou Falcao. Somando a isto os brasileiros Alex Sandro e Danilo (que chegarão depois), tenho todos os motivos para acreditar que este ano temos equipa. Agora é preciso prová-lo no campo com boas exibições e vitórias, a começar daqui a quinze dias frente ao Vitória de Guimarães.

Óscares: Previsões!
Ora, aqui ficam as minhas previsões para os vencedores dos Óscares 2011 (muitos deles baseados em escolhas pessoais, mais do que naqueles que seriam os mais prováveis vencedores). Vi todos os filmes nomeados para melhor filme, de modo a não condicionar as escolhas
FILME:
’127 Horas’
‘Cisne Negro’
‘The Fighter – Último Round’
‘A Origem’
‘Os Miúdos Estão Bem’
‘O Discurso do Rei’
‘A Rede Social’
‘Toy Story 3′
‘Indomável’
‘Winter’s Bone’
REALIZADOR:
Darren Aronofsky – ‘Cisne Negro’
Ethan Coen, Joel Coen – ‘Indomável’
David Fincher – ‘A Rede Social’
Tom Hooper – ‘O Discurso do Rei’
David O. Russell – ‘The Fighter – Último Round’
ACTOR:
Javier Bardem – ‘Biutiful’
Jeff Bridges – ‘Indomável’
Jesse Eisenberg – ‘A Rede Social’
Colin Firth – ‘O Discurso do Rei’
James Franco – ’127 Horas’
ACTRIZ:
Annette Bening – ‘Os Miúdos Estão Bem’
Nicole Kidman – ‘Rabbit Hole’
Jennifer Lawrence – ‘Winter’s Bone’
Natalie Portman – ‘Cisne Negro’
Michelle Williams – ‘Blue Valentine’
ACTOR SECUNDÁRIO:
Christian Bale – ‘The Fighter – Último Round’
John Hawkes – ‘Winter’s Bone’
Jeremy Renner – ‘A Cidade’
Mark Ruffalo – ‘Os Miúdos Estão Bem’
Geoffrey Rush – ‘O Discurso do Rei’
ACTRIZ SECUNDÁRIA:
Amy Adams – ‘The Fighter – Último Round’
Helena Bonham Carter – ‘O Discurso do Rei’
Jacki Weaver – ‘Animal Kingdom‘
Melissa Leo – ‘The Fighter – Último Round’
Hailee Steinfeld – ‘Indomável’
ARGUMENTO ORIGINAL:
Mike Leigh – ‘Um Ano Mais’
Scott Silver, Paul Tamasy, Eric Johnson – ‘The Fighter – Último Round’
Christopher Nolan – ‘A Origem’
Lisa Cholodenko, Stuart Blumberg – ‘Os Miúdos Estão Bem’
David Seidler – ‘O Discurso do Rei’
ARGUMENTO ADAPTADO:
Danny Boyle, Simon Beaufoy – ’127 Horas’
Michael Arndt, John Lasseter, Andrew Stanton, Lee Unkrich – ‘Toy Story 3′
Joel Coen, Ethan Coen – ‘Indomável’
Debra Granik, Anne Rosellini – ‘Winter’s Bone’
FILME DE ANIMAÇÃO:
‘Como Treinares o Teu Dragão’
‘O Mágico’
‘Toy Story 3′
FILME ESTRANGEIRO:
‘Biutiful’
‘Dogtooth’
‘In a Better World’
‘Incendies’
‘Outside the Law’
DIRECÇÃO ARTISTICA:
‘Alice no País das Maravilhas’
‘Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1′
‘A Origem’
‘O Discurso do Rei’
‘Indomável’
FOTOGRAFIA:
‘Cisne Negro’
‘A Origem’
‘O Discurso do Rei’
‘A Rede Social’
‘Indomável’
DOCUMENTÁRIO (LONGA-METRAGEM):
‘Exit Through the Gift Shop’
‘GasLand’
‘Inside Job – A Verdade da Crise’
‘Restrepo’
‘Waste Land’
DOCUMENTÁRIO (CURTA-METRAGEM):
‘Killing in the Name’
‘Poster Girl’
‘Strangers No More’
‘Sun Come Up’
‘The Warriors of Qiugang’
CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO:
‘Dia & Noite’
‘The Gruffalo’
‘Let’s Pollute’
‘The Lost Thing’
‘Madagascar, carnet de voyage’
CURTA-METRAGEM:
‘The Confession’
‘The Crush’
‘God of Love’
‘Na Wewe’
‘Wish 143′
EFEITOS VISUAIS:
‘Alice no País das Maravilhas’
‘Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1′
‘Hereafter – Outra Vida’
‘A Origem’
‘Homem de Ferro 2′
GUARDA-ROUPA:
‘Alice no País das Maravilhas’
‘Eu Sou o Amor’
‘O Discurso do Rei’
‘A Tempestade’
‘Indomável’
CARACTERIZAÇÃO:
‘Barney’s Version’
‘The Way Back’
‘O Lobisomem’
MONTAGEM:
’127 Horas’
‘Cisne Negro’
‘The Fighter – Último Round’
‘O Discurso do Rei’
‘A Rede Social’
MISTURA SONORA:
‘A Origem’
‘O Discurso do Rei’
‘Salt’
‘A Rede Social’
‘Indomável’
MONTAGEM SONORA:
‘A Origem’
‘Toy Story 3′
‘Tron: O Legado’
‘Indomável’
‘Imparável’
BANDA SONORA ORIGINAL:
’127 Horas’
‘Como Treinares o Teu Dragão’
‘A Origem’
‘O Discurso do Rei’
‘A Rede Social’
CANÇÃO ORIGINAL:
“Coming Home” – ‘Country Strong’
“I See the Light” – ‘Entrelaçados’
“If I Rise” – ’127 Horas’
“We Belong Together” – ‘Toy Story 3′
Que ganhe o melhor
Fonte da lista de nomeados: http://www.tvprime.pt/2011/01/nomeados-dos-oscares-2011/
Novas Séries – Tempo de Escolhas
Pois é, o Verão passou a voar e o Outono e as aulas estão de volta. Parece que a única coisa boa que esta época traz são mesmo as séries. E são muitas as estreias
FOX
- Lone Star
- Raising Hope
- Running Wilde
- The Good Guys
CBS
- Bleep ($#*!) My Dad Says
- Blue Bloods
- Defenders
- Hawaii Five-0
- Mike & Molly
ABC
- No Ordinary Family
- My Generation
- The Whole Truth
NBC
- Undercovers
- Outsourced
- The Event
- Chase
AMC
Aqui ficam algumas… Claro que muitas outras séries e canais ficaram de fora, mas já dá para ter uma ideia da quantidade por onde se tem de escolher. Sugestões precisam-se